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Festival Y#13 – festival de artes performativas - quarta parede

Festival Y#13 – festival de artes performativas - quarta parede px
23/11/2017 a 2/2/2018
23 de novembro a 2 de fevereiro
O Festival Y, nas edições anteriores, mapeou uma grande parte da criação contemporânea portuguesa e também estrangeira. Com a 13ª edição queremos consolidar a mostra de criadores portugueses, numa programação que apresenta pela primeira vez a maioria dessas estruturas e performers nas cidades da Covilhã e de Castelo Branco. Sinalizamos neste Festival alguns dos mais importantes espetáculos contemporâneos estreados nos últimos tempos em Portugal. Numa programação que procuramos que seja equilibrada nas várias disciplinas artísticas, não esquecemos a mediação através de ações artístico-pedagógicas dirigidas a diferentes segmentos de público. Queremos em cada Festival construir um lugar em que a cultura seja cada vez mais a ponte de convergência na diversidade de cada espetáculo, tal como a própria letra Y que parte de um ponto e se dilui em várias estéticas.
Rui Sena, diretor artístico

Programa

23.novembro.2017 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Noiserv
Três anos depois da edição do último longa duração, noiserv regressa com disco novo. 00:00:00:00 é o nome do sucessor de “Almost Visible Orchestra”, e é descrito pelo músico lisboeta como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”. É um disco diferente daquilo que noiserv nos tem habituado, a “orquestra de sons” que tão bem lhe conhecemos deu lugar ao som de um piano tocado a muitas mãos, enquanto da sua voz vemos sair, nos temas não instrumentais, histórias em português. O artwork ganha uma posição de destaque onde a sua total transparência, de cor mas não de conteúdo, reforça a ausência do filme ainda por fazer com a história de qualquer um de nós. Oito canções perfazem 00:00:00:00, um dos discos mais conceptuais do músico lisboeta. “VINTE E TRÊS” é o segundo single, depois de em finais do mês passado ter sido apresentada a música “SETE”. O lançamento está marcado para o dia 28 de Outubro e o concerto de apresentação será a 10 de Novembro no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa. Com quase 12 anos de existência, noiserv, “homem-orquestra”, ou banda de um homem só, tem vindo a afirmar-se como um dos mais estimulantes projetos da nova geração de músicos portugueses. No currículo conta com o bem sucedido disco de estreia “One Hundred Miles from Thoughtlessness” [2008], o EP “A Day in the Day of the Days” [2010], e “Almost Visible Orchestra” [2013], disco distinguido como melhor do ano pela Sociedade Portuguesa de Autores e recentemente reeditado internacionalmente pela editora francesa naive, casa mãe de projetos como Yann Tiersen, M83, entre muitos outros.

29.novembro.2017 [4ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Amarelo Silvestre > “Canas 44”, com direção de Victor Hugo Pontes
Neste espetáculo há uma personagem que chega e há uma personagem que parte. Uma quer construir uma vida nova e a outra quer partir para ganhar mundo. Em comum, o mesmo lugar, Canas de Senhorim, que nunca é mencionado e, por isso, Canas é todos os lugares. Têm ainda em comum o número quarenta e quatro – anos de idade. A partir daqui constrói-se um universo Auto ficcional que especula sobre pessoas, lugares, ruas, que já não existem ou que estão em vias de desaparecimento, numa constante enumeração dessa memorabillia, como um movimento contínuo entre utopia e catástrofe, como se ressuscitar os mortos fosse uma forma de inscrevê-los na História.

5.dezembro.2017 [3ª feira] > 14h30 | Covilhã >Auditório Teatro das Beiras
Graça Ochoa e Alberto Carvalhal > “Viúva Papagaio”
Esta é a história de uma viúva que parte em busca de uma herança e de um papagaio que vive sem liberdade. Tudo parecia um mar de rosas, mas a viagem complica-se… entre aventuras e atribulações a Srª Cage acaba por “bater no fundo”… Não fosse o amor dedicado ao papagaio James e a história teria um trágico desfecho!
Um espetáculo criado a partir do conto infantil “A Viúva e o Papagaio” de Virginia Woolf, considerado por muitos um hino de amor aos animais e atualmente recomendado como leitura autónoma para o 5º ano de escolaridade pelo Plano Nacional de Leitura.
Nesta peça, a viúva é também papagaio e o papagaio é também viúva. A riqueza de um é a riqueza do outro, a liberdade de um é a liberdade do outro.

7.dezembro.2017 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Companhia Paulo Ribeiro > “Um solo para a sociedade”
Um solo para a sociedade é a primeira peça de António Cabrita e São Castro enquanto diretores artísticos da Companhia Paulo Ribeiro. Nesta peça, criada a partir do monólogo “O Contrabaixo”, de Patrick Süskind, os dois coreógrafos procuram aprofundar a reflexão sobre como as pessoas ocupam um território comum, abordando problemáticas que norteiam a condição humana, tais como o amor, a liberdade, a escolha, a identidade; ampliando o gesto como movimento elaborado e exteriorizado dessa reflexão. O confronto do eu e dos outros, do barulho e do silêncio, em som visível no corpo. Um solo diante da sociedade, o público. Um público que observa o indivíduo, um intérprete que observa a sociedade.

16.janeiro.2018 [3ª feira] > 14h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Pé de Pano > “Danças a Nascer”
Danças a Nascer é um espetáculo que liga a Dança e a força sonhadora das imagens sugeridas pelas palavras. Constrói-se a partir das perguntas: como podem as Danças Nascer? ou, de onde partimos para criar uma coreografia? Tendo uma componente visual muito forte, explora o Desenho em tempo real e a Dança que, em conjunto ou de forma alternada, vão modificando o espaço que tão depressa é concreto como logo a seguir se torna abstrato e poético. Brinca-se com sensações e emoções, a suavidade, a curiosidade, a alegria, a velocidade, a fúria, o ser pequeno e muito comprido, rastejar ou voar. Brinca-se com histórias tão antigas como o nascimento e a evolução do tempo, do homem e da linguagem. Num movimento cúmplice, aquele que parece ser o espaço exclusivo da performer transforma-se: os meninos são solicitados para a cena como num jogo, para experimentarem, apelando à sua memória, cores, sons, papel, ao seu próprio movimento e corpo. O Espetáculo torna-se Oficina, por momentos, mas volta a si. A performer recupera o seu lugar. E tudo poderia entretanto recomeçar…

18.janeiro.2018 [5ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
Hotel Europa > “Portugal Não É Um País Pequeno”
Portugal Não É Um País Pequeno reflete sobre a ditadura e a presença portuguesa em África, em particular a vida dos antigos colonos portugueses através dos seus testemunhos reais. O texto deste espetáculo foi criado através de um processo de verbatim, que significa copiado palavra por palavra, o que se traduziu na escrita de um texto de teatro que utiliza fielmente as palavras das pessoas entrevistadas sobre a sua vida em África no Período Colonial Português. A metodologia seguida combinou a recolha de testemunhos dessas pessoas e uma detalhada pesquisa de historiográfica, criando um texto que retrata a complexidade da história recente em Portugal, no caso do fim do colonialismo português. Com este trabalho quero investigar histórias reais que se tornaram memórias e que com o tempo foram herdadas; estou interessado em situações onde as pessoas reais contribuem para contestar e reconstruir identidades culturais; estou interessado na forma como o teatro pode contribuir para a reescrita da história, dando voz a um grupo silenciado, trabalhando assim na transmissão da memória entre gerações.

19.janeiro.2018 [6ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cineteatro Avenida
Rui Horta > “Vespa”
Uma peça sobre uma cabeça a explodir, sobre o que nem sequer falhámos porque nos coibimos de cumprir. Na dupla condição de voyeur, a do outro e a de si próprio, o público compõe o tétris do personagem em cena, desafiando a sua própria conceção do registo público e privado. Este solo é uma possibilidade, uma fractal, marca fugaz.
Rui Horta é um veterano selvagem. Só essa condição lhe permite hoje a ousadia e a obstinação de voltar ao palco após 30 anos de ausência.
Ou é ou não é. Então, que seja. Que haja luz, fogo, dor e, sobretudo, corpo. Que haja um raio que ilumina e destrói. Mas que haja. Que seja.
Uma vespa dentro da cabeça, um zumbido a roer o pensamento.

27.janeiro.2018 [sábado] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
João Cardoso e Victor Gomes > “Adapted to Y&Y”
Um par de corpos, dois criminosos, dois amantes, dois pares de mãos. Par que procura apaziguar-se a si e ao conjunto, par que procura uma identidade comum, resultado de uma adaptação de Bonnie&Clyde, dois criminosos que marcaram a história do crime Americano, tornando-se personagens mediáticas. Num palco com um toque “hollywoodesco” dois bailarinos lançam-se descobrindo um bailado, uma performance pictórica que tenta visualizar uma história já antes contada.

31.janeiro.2018 [4ª feira] > 21h30 | Covilhã > Auditório Teatro das Beiras
2.fevereiro.2018 [6ª feira] > 21h30 | Castelo Branco > Cineteatro Avenida
Mafalda Saloio > “Brisa ou Tufão”
Brisa ou Tufão é um espetáculo de teatro sobre a força e a leveza do ar que nos rodeia. Sobre a importância de conviver com o invisível que sopra. De rasgar janelas e celebrar o ar! Dependendo da sorte geográfica, emocional e humana, este ar pode fazer-nos brisa ou tufão. Uma mulher viaja por entre terras, mede o ar e areja lugares. Para prevenir catástrofes, ensinar-nos a conviver com este invisível suave e rebelde da vida. O que fazemos quando temos taquicardia, quando estamos cabisbaixos, quando o lufa-lufa do quotidiano nos tira o ar? Brisa ou Tufão é um espetáculo que nos fala de como resistir celebrando a vida. Uma “técnica de leveza e bem-estar” que traz dentro do seu Kit soluções caseiras para tornar tudo mais simples. Um espetáculo sobre a beleza das coisas simples.

Y PÚBLICOS -EIXO DE PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICO-PEDAGÓGICA
Y PÚBLICOS integra uma programação artístico-pedagógica conectada com os espetáculos do Festival Y#13 que valoriza o envolvimento e participação de diferentes segmentos de público (crianças, jovens e adultos), no sentido da sensibilização e formação para e com as linguagens mais emergentes das artes performativas.

COMUNIDADE DE ESPETADORES, mediação de Sílvia Pinto Ferreira
Um espetáculo reúne uma comunidade efémera. Lado a lado, corpo a corpo, durante um aqui e agora circunstancial, o público separa-se com aplausos. MAS e se o público ficar e partilhar entre si os seus diferentes encontros com o espetáculo? Quantos encontros mais surgirão? A Comunidade de Espetadores consiste em encontros entre espetadores para partilha de sentidos e perspetivas sobre quatro espetáculos do Festival Y#13.

29.11.2017 > Canas 44 / Amarelo Silvestre
07.12.2017 > Um solo para a sociedade /Companhia Paulo Ribeiro
18.01.2018 > Portugal não é um país pequeno / Hotel Europa
31.01.2018 > Brisa ou Tufão / Mafalda Saloio
Local: Café-concerto do Teatro das Beiras | Duração: 40 min. (após espetáculo) – sujeito a inscrição

10 e 11.MARÇO [Auditório do Teatro das Beiras/Covilhã]> 10h às 13h e das 15h às 18h
CURSO Uma pequena história da performance, dirigido por Magda Henriques
Ação de formação orientada por Magda Henriques na qual se estabelece uma aproximação à história da Performance, identificando alguns dos traços definidores deste género artístico e explorando, sobretudo, alguns dos seus momentos particularmente intensos.
Público-alvo: público em geral >16 anos e estudantes universitários (sujeito a inscrição)

27 e 28.11.2017 > Café-concerto do Teatro das Beiras
OFICINAS DRAMATÚRGICAS Canas 44, dirigidas por Fernando Giestas/Amarelo Silvestre
Público-alvo: Turma do Ensino Secundário e Grupo de Seniores

07.12.2017 | Auditório Teatro das Beiras
ENSAIO ABERTO seguido de Conversa com Equipa Artística
Um solo para a sociedade /Companhia Paulo Ribeiro
Público-alvo: Estudantes do ensino secundário e ensino artístico

17, 18 e 19.01.2018
OFICINAS DE MOVIMENTO Danças a Nascer, dirigidas por Maria Belo Costa
Público-alvo: Turmas do Pré-escolar
Local: Escolas do Ensino Pré-escolar

Local

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Outras informações

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associação de artes performativas da covilhã
sede social: rua celestino david, lote 4, r/c dto.
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