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Festival AR – festival de artes performativas para a região - O Teatrão

Festival AR – festival de artes performativas para a região - O Teatrão px
5/1/2018 a 14/4/2018
13 de janeiro a 14 de abril

Festival AR – festival de artes performativas para a região
Este projeto, apoiado pela Direção-Geral das Artes, envolve os municípios de Cantanhede, Condeixa, Coimbra, Figueira da Foz, Mira, Soure e Tábua. Os espetáculos, pensados para públicos entre os 4 e 16 anos, conjugam propostas que exploram o universo do Livro e dos autores literários e estão preparados para acontecer em espaços não-convencionais (como bibliotecas). Este é um festival de inverno (estação habitualmente com menor programação) e que trabalha também a formação de público - cada espetáculo é acompanhado de pelo menos uma oficina. Estes espetáculos, criadores e formadores associados aos mesmos foram pensados para responder às assimetrias do território, existentes a diferentes níveis da área cultural: programação regular de espetáculos de teatro e, principalmente, de dança; equipamentos culturais; mediação, formação e dinâmicas de públicos, com especial ênfase para os públicos infanto/juvenis. Pretendemos que o Festival AR seja uma programação em rede coesa, um lugar de referência identitária para este território comum, que permita o acesso de crianças e jovens, em contexto escolar ou familiar, a um conjunto de espetáculos pensados para as infraestruturas culturais e educativas existentes em cada município – Teatros, Centros Culturais, Bibliotecas ou Museus - e que os potencie como marcas do desenvolvimento artístico e cultural desses territórios, mobilizando para isso a massa crítica e a criatividade mas principalmente a população residente como garante da identidade e sustentabilidade futura dos espaços de programação.
A linha programática deste festival desenvolve-se a partir da relação entre os livros, a imaginação, a memória e o contacto com a obra e universo de alguns escritores portugueses de referência. Promovemos aqui uma estratégia de desenvolvimento articulado de uma cultura literária e artística, focando a importância do livro, da leitura e das bibliotecas para a educação das crianças e dos jovens no contexto de criações artísticas de profissionais de referência. Para isso selecionámos um conjunto de espetáculos que permitem diversas abordagens ou “leituras” deste universo. Seja a relação com o objeto livro, com as palavras que nele estão contidas, o papel onde as palavras estão escritas, as histórias inventadas para o livro e as memórias neles guardadas. São visões poéticas e mágicas sobre a importância dos livros, dos escritores, dos leitores e das suas memórias, valorizando o cruzamento do universo da literatura com a dança ou o teatro. São espetáculos que valorizam e redefinem as bibliotecas como espaços de fruição cultural ou que utilizam a especificidade do espaço teatral e das diferentes possibilidades de linguagens como veículo da ficção.

PROGRAMA

CORPO-MAPA-LIVRO (M8)
CONDEIXA | 13/1 |Biblioteca Municipal Eng.º. Jorge Bento
Oficina Corpo-Mapa-Livro - Formação de Formadores | 12/1 | Joana Pupo e Marina Nabais
Oficina Corpo-Mapa-Livro - Descoberta do Livro | 13/1 | Joana Pupo e Marina Nabais
SOURE | 17/2 |Biblioteca Municipal de Soure
Oficina Corpo-Mapa-Livro - Formação de Formadores | 16/2 | Joana Pupo e Marina Nabais
Oficina Corpo-Mapa-Livro - Descoberta do Livro | 17/2 | Joana Pupo e Marina Nabais
CANTANHEDE | 24/2 | Biblioteca Municipal de Cantanhede Oficina Corpo-Mapa-Livro - Formação de Formadores | 23/2 | Joana Pupo e Marina Nabais
Oficina Corpo-Mapa-Livro - Descoberta do Livro | 24/2 | Joana Pupo e Marina Nabais
MIRA | I7/3 | Biblioteca Municipal
Oficina Corpo-Mapa-Livro - Formação de Formadores | 16/3 | Joana Pupo e Marina Nabais
Oficina Corpo-Mapa-Livro - Descoberta do Livro | 17/3 | Joana Pupo e Marina Nabais

CORPO-MAPA-LIVRO (M8)
Direção artística e coreografia Marina Nabais
Ideia original, dramaturgia, interpretação, texto, voz, cenografia Joana Pupo e Marina Nabais
14h30 espetáculo + 15h30 oficina
CORPO-MAPA-LIVRO é uma peça que desarruma a biblioteca. Parte do LIVRO, enquanto objeto específico e como indutor de experiências transformadoras do CORPO. Propõe uma multiplicação de vivências plásticas, que levam à descoberta de novos espaços e sentidos. Um jogo poético de entradas e saídas, que nos levam numa viagem onde se revelam novos MAPAS. Abre-se uma dimensão do livro, enquanto mapa e lugar da viagem corporal, e uma dimensão do corpo, enquanto inscrição de um processo traduzível em livros.
OFICINA Descoberta do Livro
crianças e adolescentes
60min, lotação máxima: 20
Oficina prática, dirigida a crianças e adolescentes, que tem como objetivo levar os mais novos a descobrir o livro, enquanto objeto vivo e mutável e sujeito a múltiplas formas de abordagem.

BALEIZÃO - O VALOR DA MEMÓRIA (M8)
COIMBRA| 24/3 | Oficina Municipal de Teatro
Oficina da Memória | 24/3 | Aldara Bizarro e Miguel Horta
MIRA | 6/1 | Biblioteca Municipal de Mira
Oficina da Memória- Formação de Formadores | 16/3 | Aldara Bizarro e Miguel Horta
TÁBUA | 10/2 |Centro Cultural de Tábua
Oficina da Memória- Formação de Formadores | 10/ | Aldara Bizarro e Miguel Horta

BALEIZÃO - O VALOR DA MEMÓRIA (M8)
Conceção e direção de Aldara Bizarro
Interpretação e cocriação de Miguel Horta e Aldara Bizarro
11h oficina + 15h espetáculo...


SOFIA
TÁBUA | 7/3 | Centro Cultural de Tábua
Oficina Sophia – Teatro | 14/4 | Teatrão
FIGUEIRA DA FOZ |17/3 | Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz
Oficina Sophia - Formação Professores | 10/3 | Teatrão (Rui Veloso e Leonor Riscado)
Oficina Sophia – Teatro | 17/3 | Teatrão
Oficinas Sophia Ilustração 17/3 | Teatrão (Ana Biscaia)

SOFIA
Este espetáculo é uma viagem. Uma viagem que começa dentro de casa, começa na vontade de descobrir o que está para lá dos muros do quintal. Começa numa manhã de natal. Os limites do quintal levam-nos para uma floresta densa, povoada por anões e fadas, onde encontramos o caminho do mar e nos encantamos por uma menina muito singular – a Menina do Mar. Embalados pelas marés chegamos até à Terra Santa e ao Oriente onde aprendemos a sentir saudade de casa e a voltar a tempo da Ceiade Natal.
Duração do espetáculo: 50 minutos
Classificação etária: M/3
Ficha técnica e artística
Direção Isabel Craveiro
Elenco Joana Isabella, João Amorim, João Santos e Margarida Sousa
Desenho de luz Jonatham Azevedo
Ilustração Ana Biscaia
Apoio pesquisa e manipulação de objetos Patrick Murys
Cenário e figurinos Filipa Malva
Comunicação Mariana Pardal
Grafismo Paul Hardman
Fotografia Carlos Gomes
Construção de cenário José Baltazar
Costureiras Albertina Vilela e Isabel Félix
Cabeleireiro Carlos Gago (Ilídio Design)
Direção de produção Cátia Oliveira
Produção executiva Carlos Pinto
Direção técnica João Castro Gomes
Montagem e operação luz e som Tiago Moreira
Uma produção TEATRÃO 2016


TERRATORGA
CANTANHEDE | 10/3 | Biblioteca Municipal de Cantanhede
Oficina Dança Criativa – Bichos | 10/3 | Teatrão
CONDEIXA | 3/3 |Cineteatro de Condeixa
Oficina Dança Criativa – Bichos | 3/3 | Teatrão
SOURE | 7/4 |Biblioteca Municipal de Soure
Oficina Dança Criativa – Bichos | 7/4 | Teatrão

TERRATORGA
Este espetáculo nasceu de um convite feito pela Câmara Municipal de Coimbra ao Teatrão, de modo a que este se associasse ás comemorações do centenário do nascimento do escritor Miguel Torga.
Sendo o Teatrão uma companhia que, ao longo do seu percurso tem dedicado uma particular atenção ao público infantil e juvenil, pareceu-nos ser esta uma boa oportunidade para partilhar com esse mesmo público o universo deste autor ímpar no panorama literário português.
Mais do que dramatizar os contos de Torga ou recriar fielmente os ambientes que ele nos transmite, pensámos ser interessante construir este espetáculo procurando as pontes que podem ser estabelecidas entre este autor, a sua obra e as paisagens que evoca e a nossa construção enquanto indivíduos e artistas. Mas mais importante, consideramos fundamental a partilha dessas imagens e reflexões com o nosso público.
Assim partimos do universo dos escritos de Miguel Torga para criar um espetáculo não narrativo que convoca esse mesmo universo, tanto na sua relação com a paisagem como na evocação de alguns elementos que acabam por ser representativos da nossa realidade enquanto país.
Na verdade, o que nos moveu, na construção deste espetáculo, é ao mesmo tempo a certeza de que este autor e as suas paisagens, apesar da diferença temporal e/ou geográfica que nos separam, ainda nos influenciam. Construímos este espetáculo num
lugar de fragilidade, nesse fio que projeta o futuro, e que o vê como matéria ainda a trabalhar. O futuro não se apresenta como destino traçado nem como inevitabilidade fatalista, ao contrário, o futuro que procuramos, é esse lugar mistura de reino maravilhoso e sonhos por revelar, onde podemos respirar livremente e procurar o nosso verdadeiro ser.

A Construção do Espetáculo
Numa primeira fase O Teatrão abordou o universo Torguiano através da realização de leituras públicas de alguns dos contos de Miguel Torga. Em lugares públicos da cidade de Coimbra, como o Parque Verde, o Jardim da Sereia e mesmo a bordo do Basófias, partilhámos com o público o prazer da leitura e o universo deste autor.
Posteriormente, viajámos através do Reino Maravilhoso de Torga, e fomos até Trás-os -Montes e especificamente até São Martinho da Anta, bem como a outros locais que de alguma forma considerámos estarem povoados de memórias e vivências que convocassem esse Reino Maravilhoso em nós.
Num terceiro momento e no final de toda esta recolha, construímos o espetáculo através de improvisações, que tinham como base os próprios escritos de Torga bem como a experiência e as memórias individuais de cada intérprete.

As Oficinas
Paralelamente à carreira do espetáculo, construímos oficinas de expressão artística em que o que se pretende é partilhar com o público os métodos que nos guiaram na construção deste espetáculo. Assim o público é convidado a criar o seu próprio Reino Maravilhoso. Discutindo e construindo connosco e entre eles o seu lugar de eleição que não é só um lugar de memórias, é também um lugar de promessas a construir em conjunto, lado a lado.
Estas oficinas estão disponíveis para público escolar e para famílias, onde pais e filhos participam em conjunto nas atividades.
Leonor Barata fez a sua formação em dança no Fórum Dança. Foi intérprete em vários espetáculos de dança e de teatro dos quais destaca as colaborações com o Tof Theatre – Bruxelas.
Desde 2000 dedica – se às artes para a Infância e Juventude sendo colaboradora regular de várias instituições como formadora (CCB-CENTA- A MOAGEM- TEATRÂO) e tendo criado vários espetáculos para o público jovem dos quais destaca A menina do Mar (2004) e Pretas e Vermelhas Penduradas nas Orelhas (2007).

Ficha Técnica e Artística
Criação: Leonor Barata
Cocriação e Interpretação: Adriana Campos, Inês Mourão e Isabel Craveiro
Ambiente Sonoro: Rui Capitão
Desenho de Luz: Jonathan Azevedo
Figurinos: Isabel Craveiro e Leonor Barata
Fotografia: Paulo Abrantes
Grafismo: Sofia Frazão
Cabeleireiro: Ilídio Design
Operação de luz e som: Jonathan Azevedo
Execução de figurinos: Fernanda Tomás
Montagem de luz: Jonathan Azevedo
Montagem de cenário: Alexandre Mestre, Jonathan Azevedo, Rui Capitão
Direção de produção: Isabel Craveiro
Produção executiva: Margarida Sousa, Ricardo Brito
Contactos com as escolas: Adriana Campos, Inês Mourão, Cláudia Carvalho
Direção técnica: Jonathan Azevedo
Produção: O TEATRÃO 2007, com a colaboração da Câmara Municipal de Coimbra
Agradecimentos: Maria Paiva Craveiro, Tia Conceição, Tia Evangelina, Pedreira José Paiva (Sobral de S. Miguel), Eduar¬do e Leonor Cardoso, Renato Ladeiro (O Basófias), D. Maria dos Anjos, Patrick Murys, Afonso Loureiro.

ASAS DE PAPEL
COIMBRA| 10/2 | Oficina Municipal de Teatro
Oficina Asas de Papel | 10/2 | Ainhoa Vidal | Oficina Municipal de Teatro
FIGUEIRA DA FOZ | 19/1 | Auditório Municipal
Oficina Asas de Papel | 19/1 | Ainhoa Vidal | Oficina Municipal de Teatro

ASAS DE PAPEL
Quando abrimos um livro há qualquer coisa mais do que letras que nos saltam para os olhos. Essas coisas entram para dentro de nós e começam a construir caminhos, relações, diálogos que são cenografados pelas folhas de papel.
“Asas de papel” é um espetáculo poético sobre o espaço cenográfico que salta para fora dos livros. Trata-se de esculturas dentro de livros suspensos, que também projetados em sombra, nos ajudam a entrar numa cena em que todos seremos os protagonistas.
Pela mão e corpo da bailarina Ainhoa Vidal saltaremos para dentro dessas histórias compreendendo que a viagem que fazemos pelo imaginário é uma coisa real e paralela à nossa vida.
Um espetáculo dedicado ao papel, papel que nos faz voar, desta vez no palco do imaginário.
Um espetáculo dirigido dos 3 aos 5 anos e a aqueles que em algum lugar conservem esta idade.
Ficha artística
Criação, Ainhoa Vidal
Música ao vivo, Pedro Gonçalves
Cenografia, Carla Martínez
Luz e video, João Cachulo



Local

Vários

Outras informações

O Teatrão – Oficina Municipal de Teatro – R. Pedro Nunes, Quinta da Nora, 3030-199 Coimbra
Tel: 239 714 013 - Tm: 914 617 383 - E-mail: geral@teatrao.com

Áreas

Eventos no mesmo Concelho

 

* A informação aqui apresentada foi disponibilizada pelas Câmaras Municipais e/ou agentes culturais. A DRCC declina a responsabilidade sobre qualquer erro e/ou omissão.