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23º FINTA - FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO ACERT

23º FINTA - FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO ACERT px
5/12/2017 a 9/12/2017
30 de novembro a 9 de dezembro

PROGRAMA

4 a 9 dezembro de 2017 na Sala Orgânica

ISTO NÃO É UMA NUVEM
Mara Maravilha
Datas de apresentação:
Creches e jardins-de-infância
Seg. e Ter. 4 e 5 de dezembro
às 10:00 e 11:30 e 14:00
Qua, 6 de dezembro às 10:00 e 11:30
Preço: 2€
Famílias (grupos de 10 crianças + 10 adultos)
Sex. e Sáb. 8 e 9 de dezembro
às 15:00 — 3 aos 5 anos
às 17:00 — Bebés até aos 2 anos
Preço: (criança + adulto)5€

Instalação/Espetáculo para a infância
"Isto não é uma Nuvem" é a imagem de uma nuvem, a representação de uma nuvem, mas não é uma nuvem!
“Tenho bem presente na minha memória, ser criança e adorar ficar deitada de barriga para o céu a contemplar as nuvens. Imaginava bichos de todas as formas e feitios e, confesso, sempre sonhei saltar para uma!
O espaço convida a entrar numa nuvem, a habitá-la, a descobrir a sua essência! Eu dentro de uma nuvem. Uma nuvem dentro de mim. Jogos de luz e sombra, de representações de nuvens e formas imaginárias, sons misteriosos e uma passagem mágica, que nos leva, com auxílio de uma lanterna, para fora dela e nos convida a embarcar num carrossel de silhuetas surpreendentes. Num carrossel com formas dançantes. Serão nuvens, ou serão bichos? Bichos pequenos? Bichos grandes? Bichos gigantes? Bichos andantes? Bichos rodopiantes? Bichos que piscam? Bichos que se escondem? Bichos que contam estórias?
Boa viagem!”


Domingo, 3 dezembro de 2017 às 21:30 no Auditório 1
Segunda-feira, 4 dezembro às 10:30 e às 14:30 no Auditório 1 (Pub. escolar)
Terça-feira, 5 de dezembro de 2017 às 14:30 no Auditório 1 (IPSS)

INDIFERENÇA - ESTREIA
TRIGO LIMPO teatro ACERT em parceria com a Universidade Sénior e CLDS-3G Tondela Inclusiva
Sem tabus nem paternalismos, uma produção teatral que aborda com frontalidade e humor os direitos das pessoas com deficiência
Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
Sem tabus nem paternalismos, uma produção teatral que aborda com frontalidade e humor os direitos das pessoas com deficiência
Um espetáculo criado com a participação de elementos da Universidade Sénior de Tondela e pessoas com deficiência, abordando sem tabus ou paternalismos o universo dos códigos e direitos das pessoas portadoras de deficiência, numa perspetiva satírica que revela um olhar diferenciador para quem ainda tem “macaquinhos no sótão” e é indiferente a uma realidade que julga ser dos “outros”, para quem olha “caridosamente”.
A narrativa, ora visual, ora teatral, percorre situações do dia a dia num registo humorado e os protagonistas são, rotativamente, personagens de uma trama que faz deles sujeitos que se comportam com rotinas que, parecendo triviais, os reduzem a “formigas no carreiro”, com outros que têm regozijo de “andar no sentido contrário”.
Entrada gratuita
Ficha Técnica
Direção artística e encenação: José Rui Martins, a partir da adaptação de textos de R. M. Ribeiro
Interpretação: colectivos da Universidade Sénior e de pessoas com deficiência do Concelho de Tondela
Música: Luísa Vieira interpretada ao vivo por elementos da Filarmónica Tondelense
Cenografia: Zétavares
Vídeo: Rui Sérgio Henriques
Direção de Produção: Marta Costa
Uma produção em parceria com a Universidade Sénior de Tondela, CLDS 3G Tondela Inclusiva, ASSOL, VÁRIOS, Agrupamentos de Escolas de Tondela e Núcleo Pais em Rede (Tondela).
Apoio: Câmara Municipal de Tondela e empresas locais aderentes.

6 a 9 de dezembro
Galeria ACERT
Inauguração: 6 de dezembro de 2017 às 21:00
CATRE
Esculturas de Nico Nubiola

Mural escultórico portátil de medidas variáveis
Catre é uma imensa cama escultórica e fragmentada, um grande mural de lençóis e corpos, uma cama-mundo poética e contaminada, uma metáfora do mar que nos toca viver, onde os panos-ondas sustentam o desconcerto da nossa própria existência; o trapo com que lavamos a nossa auto-destruição; finalmente, coincidimos com o nosso próprio lixo no mesmo catre onde pretendemos descansar; impossível fugir desta dura realidade; o resultado da nossa tentativa não consegue melhorar a nossa vida; a pele ferida no edredão; a nossa (ir)responsabilidade acusa-nos; o nosso destino, está escrito?
Algumas reflexões sobre o meu trabalho
A linguagem do corpo contém uma espécie de mistério, um segredo denso e quase inesgotável que não tem nada que ver com a anatomia. O relevo interessa-me especialmente, porque se alimenta da perspetiva, que é um atributo do desenho que não existe na escultura e que traz um elemento de distorção que me parece muito rico e expressivo. Suponho que o ritmo que me é imposto pelo talhar da madeira coincide de um modo muito exato com o meu ritmo mental, e por isso acabou por ser o meu meio habitual.
A policromia com lápis de cor traz uma certa vibração muito natural. É uma técnica muito económica, que descobri por acaso, e que tem uma lógica esmagadora.
Entrada gratuita

6 dezembro de 2017 às 21:45 no Auditório 2
TIA GRAÇA
d'Orfeu

Toda a Gente devia ter uma
Maria Virgínia da Graça nunca aprendeu uma nota de música do tamanho de um comboio. Nem ela, nem a mãe, nem as irmãs, nem nenhuma mulher lá de casa. Pelo contrário, todos os homens da família são músicos. Nunca teve filhos, por isso foi mãe do avô, mãe do pai, mãe dos irmãos e agora é mãe dos próprios sobrinhos. Tudo músicos. Hoje, viajada e muito vivida, a Tia Graça está surda que nem uma porta. O que, numa família destas, tem muita graça. Um espetáculo que homenageia as mulheres que vivem nos bastidores das vidas de tantos músicos, a lavar, a coser, a passar, a cozinhar, a mimar. E sempre à espera. Toda a gente devia ter uma Tia Graça.
“Tia Graça” é um espetáculo de autor, concebido e interpretado por Luís Fernandes, a par de um extraordinário trio de jovens instrumentistas da nova vaga. O inusitado naipe de sopros que acompanha, ao vivo, as canções originais (oboé, fagote e eufónio) traz ao espetáculo as reminiscências filarmónicas que ilustram o contexto familiar da vida da personagem central, mas com uma transversal e sofisticada linguagem musical para todas as idades.
Caderneta Finta: 20€ / Associado: 15€
Ficha Técnica:
Voz e Interpretação: Luís Fernandes
Oboé: Telma Mota
Fagote: Inês Moreira Coelho
Trombone: Beatriz Mendes
Músicas: Manuel Maio
Letras: Luís Miguel Fernandes
Cenografia: enVide neFelibata (Marionetas de Mandrágora)
PREÇO: 6€ / Associado: 4€ / Descontos: 5€ / Desempregado: 2€ / Bilhete família disponível


Quinta-feira, 7 dezembro de 2017 às 23:30 no Bar ACERT
AS FILLAS BRAVAS
Chévere (Galiza)

As relações de género e os papéis da mulher na sociedade tradicional refletidos nos versos do cancioneiro popular galego
As fillas bravas são três mulheres que tocam e cantam o que lhes dá na gana como antes o fizeram a sua mãe e a mãe da sua mãe, porque todas são filhas do vento, mulheres de andar a pé pelo tojo, orgulhosas de virem de trás das silvas, cantoras de uma estirpe de vozes furtivas que berram entre as raposas.
Com esta peça, Chévere continua a explorar as possibilidades de um teatro com perspetiva de género, dando continuidade a trabalhos que questionaram a rigidez dos géneros (Testosterona), que reivindicaram as vozes silenciadas de uma força de trabalho feminina que continua a erguer impérios na era da globalização (Citizen), que promoveram uma leitura crítica dos valores machistas transmitidos pelas canções românticas (I’ll be watching you).
Nessa linha, As Fillas Bravas vêm afirmar modelos empoderados de mulher, ligados a expressões culturais tradicionais que escondem gritos emancipatórios e cantos de rebeldia insuspeitos.
As Fillas Bravas é também um trabalho de investigação sobre a sexualidade, as relações de género e os papéis da mulher na sociedade tradicional que aparecem refletidos nos versos do cancioneiro popular galego.

Entrada gratuita
Ficha Técnica:
Em cena: Patricia de Lorenzo, Mónica García, Arantza Villar
Dramaturgia e direção: Xron
Escrita: Manuel Cortés
Caracterização: Fany Bello
Técnica de igualdade: Raquel Piñeiro
Produção executiva: Patricia de Lorenzo
Uma produção Chévere, com o apoio do Concello de Teo e Agadic.


Quinta-feira, 7 dezembro de 2017 às 21:45 no Auditório 1
Mariana Pineda
A Barraca

Celebrar García Lorca e a Abolição da Pena de Morte com o espetáculo "Mariana Pineda", baseado na vida e lenda de Mariana Pineada Mufioz. Em toda a União Europeia, Mariana Pineda é bandeira da Liberdade.

Escolhemos para celebrar Garcia Lorca e a Abolição da Pena de Morte a peça Mariana Pineda baseada na vida e lenda de Mariana Pineda Mufioz. Em toda a União Europeia Mariana Pineda é bandeira de Liberdade. Figura destacada da resistência liberal à tira nia de Fernando VII na Espanha do séc. XIX. Levada ao garrote a 26 de Maio de 1831, ficou esse dia assinalado como símbolo da luta pela liberdade das mulheres e igualdade de género.
O espetáculo de Garcia Lorca estreou-se em 1927 exatamente há 90 anos. Escrita pelo poeta entre 1923 e 1925, a obra teve a sua primeira montagem dirigida pelo autor, com cenário de Salvador Dali, sendo a protagonista a grande atriz catalã, intérprete maior de Lorca, Margarita Xirgu, ambos amigos pessoais de Lorca e colaboradores da Companhia La Barraca. O Autor evitou o tratamento político da protagonista, fazendo dela uma personagem romântica, uma amorosa de profundo recorte ético.
Garcia Lorca quis criar uma heroína da Liberdade em tempo de opressão. Mas vestiu o texto político com uma história de amor. Amor que se ergue contra o abuso do homem sobre a vontade da mulher, amor à Liberdade que prefere a morte a ceder à prepotência. A Guerra Civil de Espanha e o assassinato de Federico Garcia Lorca fizeram com que Margarita Xirgú atriz preferida de Federico se exilasse na América Latina onde apre sentou o seu trabalho em Cuba, Argentina, México, Chile e Uruguai. É neste país que a atriz fixa residência, cria uma escola de Teatro que vem a ter o seu nome. É nesses pais que representa Mariana Pineda até ao fim dos seus dias. Sem nunca mais ter voltado a Espanha.
A peça foi proibida na Espanha de Franco e no Portugal de Salazar e Caetano. Não tendo sido montada durante os quarenta anos que se seguiram à sua estreia. Só no ano de 196 7 Mariana Pineda voltou ao palco com Maria Dolores Pradera na protagonista, no Teatro Marquina de Madrid. Em Portugal só em 1975 foi levada a cena pelo Teatro Hoje sob a direcção de Fiama Hasse Pais Brandão. Não voltando a ser representada até hoje.
A Barraca ao criar este espetáculo está a focar duplamente o tema da Pena de Morte uma vez que a sua heroína foi condenada ao garrote vil por Fernando VII e o seu autor foi assassinado pela tropa franquista no início da Guerra Civil de Espanha.
Juntamo-nos assim à Câmara Municipal de Lisboa para comemorar os 150 anos da Abolição em Portugal dessa funesta prática e valorizando o histórico contributo do nosso País para esse Acto Inaugural da mudança do papel do homem no mundo, seus direitos e deveres.
MARIA DO CÉU GUERRA

Ficha Técnica
Texto de Frederico Garcia Lorca
Encenação Maria do Céu guerra
Assistente de encenação Rita soares
Tradução Miguel Martins
Interpretação: Rita Lello, João Maria Pinto, Adérito Lopes, Adriana Queiroz, Mariana Abrunheiro, Paula Guedes, Rúben Garcia, Samuel Moura, Sérgio Moras, Sónia Barradas, Carolina Medeiros, Cláudio Castro e Henriques Abrantes
Cenografia Miguel Figueiredo
Figurinos Maria do Céu Guerra
Costureira Alda Cabrita
Música original Pato
Técnicos de Luz Paulo Vargues, Fernando Belo
Técnico de Som Ricardo Santos
Vídeo Paulo Vargues
Mestre Carpinteiro Mário Dias
Design gráfico e Cartaz Arnaldo Costeira
Imagem de Cartaz Mimi Tavares
Fotografia Ricardo Rodrigues
Relações Públicas e Produção Inês Costa, Paula Coelho e Rita Soares
M/12

PREÇO: 6€ / Associado: 4€ / Descontos: 5€ / Desempregado: 2€ / Bilhete família disponível
Caderneta Finta: 20€ / Associado: 15€


Sexta-feira, 8 dezembro de 2017 às 23:30
STAND DOWN
Ángel Fragua

“Stand Down” não é “Up”, é outra coisa. São as memórias de um homem, as reais e as outras.
Stand Down não é “Up”, é outra coisa. São as memórias de um homem, as reais e as outras. São as lembranças de infância com os olhos de agora. São os primeiros silêncios, que viriam a falar mais alto do que as mais sonoras palavras. Uma viagem no palco entre Espanha e Portugal, numa miscelânea de sentimentos conduzida pelo ator Ángel Fragua. Stand Down é um espetáculo para rir, sorrir, ficar sério, até chorar, se for o caso. Um espetáculo a solo, sem grandes recursos cénicos, onde a palavra assume especial importância, e onde as experiências pessoais do ator se cruzam com as experiências de uma outra pessoa, que não está em palco. Entre a realidade e a ficção, Stand Down convida o público a deixar-se levar pela dúvida da veracidade do que ouve. Partindo de dois contos de Félix Albo, “Secretos de Familia” e “Un Roble en un Cementerio”, Ángel mostra-nos neste Stand Down porque razão morrer de amor pode ser só o início de uma estória. Porque “Stand Down” é a Vida ali à espreita e o riso, por vezes, do avesso.
Ángel Fragua inicia os seus estudos teatrais em 1989 percorrendo diferentes escolas até 1996. Entre 1997 e 1999 trabalhou na companhia Yllana, onde fez espetáculos de humor e teatro físico, na Alemanha, Suiça, França, Colombia, Costa Rica, Guatemala, São Salvador e Portugal. Em 2000 criou a companhia A Trancas y Barrancas e viajou para Portugal para apresentar o espetáculo Verti-dos. Em 2004 fundou a Peripécia Teatro junto com Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho, onde trabalha até agora.
Entrada gratuita


Sexta-feira, 8 dezembro de 2017 às 21:45 no Auditório 2
SALVADOR - Reconstruir a vida de um emigrante galego no Brasil
Borja Fernandez (Galiza)

Um espetáculo entre o teatro documental e a ficção teatral, com ênfase especial na combinação do texto, movimentos, música ao vivo e vídeo.
Salvador centra-se na figura dos avós galegos do autor, que emigraram em meados do século passado para a América do Sul. O espetáculo está centrado na misteriosa figura de Benito Fernandes Meirinho, avô de Borja Fernández, e no seu o impacto na história recente.
“Eu não conheci o meu avô. Morreu há 10 anos. Emigrou para o Brasil. Desapareceu. Em cada foto que vi dele parece sempre ser uma pessoa diferente. Reinventa-se a si mesmo. Mente. Oculta informação. Muitos emigrantes transformam-se, tal como o spam desta história. É como se o meu avô soubesse que alguém no futuro iria procurar por ele, e a sua maneira de esconder-se fosse a mudança da sua identidade, da sua história, brincando descuidadamente.”
Borja Fernández reconstruiu a vida do seu avô desconhecido com base em vários documentos, gravações de testemunhos de familiares de emigrantes, recortes de imprensa, noticias da internet, visitas ao terreno, localizações no mapa de antigas direções, gerando uma primeira escrita dramatúrgica. Com Uxía Vaello, trabalhou no sentido de construir uma obra teatral que sirva, também, como um documento da história da emigração galega.
Ficha Técnica
Ideia e criação: Borja Fernandez
Direção: Borja Fernández e Uxía Vaello
Asistência de direção: Diego Anido
Assistência dramatúrgica: Claudio Días
Textos: Manuel Cortés e Borja Fernández
Audiovisiais e iluminação: Laura Iturralde
Espaço sonoro: Borja Fernández, Pálida, Rosvita
PREÇO: 6€ / Associado: 4€ / Descontos: 5€ / Desempregado: 2€ / Bilhete família disponível
Caderneta Finta: 20€ / Associado: 15€

Sexta-feira, 8 dezembro de 2017 às 18:00 no Auditório 1
'SILKA' E 'À RODA DA NOITE'
Cadernos de teatro ACERT

Apresentação dos dois primeiros cadernos de teatro ACERT. Um nascimento há muito anunciado.
Com a presença dos autores, José Rui Martins e Pompeu José, o elenco que participou em cada um dos espetáculos e equipa do Trigo Limpo e do coordenador editorial, João Maria André.
Ao longo dos 41 anos de existência, o Trigo Limpo teatro ACERT tem tido um percurso assinalado pela inventiva de textos dramáticos originais, obras inéditas criadas especialmente por autores para a Companhia e, principalmente, adaptações de textos literários que singularizam o trabalho teatral da ACERT. Era imperioso editar largas dezenas de textos teatrais que permitissem dar a conhecer à comunidade teatral o que foi tão emotivamente concebido, permitindo que os grupos possam, caso o desejem, revisitar à sua maneira estes textos com novas visões de encenação e interpretação.
Nesta primeira etapa, os textos dos espetáculos “Silka” de Ilse Losa (estreado em 1989) e “À Roda da Noite”, adaptação livre de contos de Mia Couto (1992/93) ganharão a ribalta, num projeto que, anualmente, fará surgir novos textos.
A identidade destas publicações será conferida por uma narrativa de contextualização da adaptação, confidenciando segredos inerentes à razão da sua aparição e à especificidade da montagem teatral. Sempre deixando em aberto e não condicionando possíveis adaptações, proporcionando aos espetadores/leitores um contacto e maior conhecimento dos meandros teatrais.
Estes cadernos teatrais terão a coordenação editorial de João Maria André, um estudioso e conhecedor “mestre” da matéria. É com contentamento que novos filhos irão ver a luz do dia, sendo para a ACERT gratificante, nesta ocasião, a identificação com a “Canção da Paciência” de José Afonso que começa assim:
Muitos sóis e luas irão nascer
Mais ondas na praia rebentar

Sábado, 9 dezembro de 2017 das 9:00 às 13:00 e das 15:00 às 19:00 na Sala Orgânica
INICIAÇÃO AO MIMO E PANTOMIMA
Workshop de Ángel Fragua
Oficina de mimo

Sobre mimo
O Mimo é a mais antiga arte performativa do mundo e ainda hoje atrai pessoas de uma forma muito profunda e intuitiva. Porquê? No seu retrato de emoção, pensamento e experiência através do corpo, o mimo transcende barreiras culturais, porque é baseado na expressão e não na aparência. O Mimo é uma linguagem espontânea.
Historicamente, o mimo passou através de diferentes formas, desde as Danças Primitivas às Pantomima gregas e romanas, desde a Commedia dell’Arte à tradição de Debureau, desde o Teatro Asiático às Escolas de Mimo Russas e Polacas, desde o Music Hall e Vaudeville ao Cinema... Durante séculos, tanto no Oriente como no Ocidente, muitos artistas e mestres contribuíram para a evolução desta forma de arte. A arte do mimo é um mundo multifacetado, às vezes totalmente silencioso e outras congratulando-se com o uso de música e texto falado.
Ficha Técnica
Programa (5h + 5h)
Aquecimento e Jogo.
Exercícios e manipulação de objetos imaginários.
Desenhos de espaços, ambientes e personagens com pantomima.
Improvisação de personagens criados em diferentes ambientes e espaços.
Trabalho individual: Improvisação de uma catástrofe.
Trabalho em equipa: Improvisações de histórias.
Mostra das improvisações e trabalho de aperfeiçoamento.
Número máximo de participantes: 20 (a partir dos 16 anos, com alguma experiência em representação teatral)
Preço: 12,50 €


Sábado, 9 dezembro de 2017 às 16:30 na Santa Casa da Misericórdia
HONORATO, O CRIADO MUDO, A CANDELÁRIA, ODETTE COM DOIS "T"
Curtas de Teatro Fora de Portas
Um conceito de micro-teatro. Três espetáculos de curta duração para habitarem um espaço outrora habitado pela ACERT.

HONORATO,
O CRIADO MUDO (1)
Um fiel empregado, desabafa sozinho e revela as dores de quem está ao serviço de uma patroa exigente e implacável. Num tempo que não é o de hoje, Honorato cumpre e obedece, cegamente, às ordens de Odette, a dona de um bordel e assim evolui a relação de um com o outro.
A CANDELÁRIA (2)
Numa cerimónia selecta, Miguel, um homem comum, confidencia vários aspetos da sua vida. Num Portugal mais cinzento, Miguel cresceu para agradar, esperando sempre que um gesto, uma respiração, lhe trouxessem um conforto que nunca sentiu. Foi outro para ser alguém e perdeu-se no caminho entre uma coisa e nada.
ODETTE COM DOIS “T” (3)
A força de quem manda esconde a fragilidade de quem quer ser amada. Odette, uma mulher de meia-idade, tem o poder nas mãos. Num tempo em que ser uma senhora era o sonho de qualquer mulher, ela foi empurrada para uma vida que não queria e ousou vivê-la. É proprietária e gere um bordel a que chama “A Casa”, mas tudo tem um preço e Odette vai conhecer o seu valor, agora.
Entrada gratuita
Ficha Técnica:
Autoria: João Ascenso
Assistência de encenação: Paulo Morgado
Produção: Ruy Malheiro
Design gráfico: Luís Covas
Encenação e interpretação:
(1) Ruy Malheiro
(2) João Ascenso
(3) Ilda Teixeira
Duração: 15 minutos cada
M/12

Sábado, 9 dezembro de 2017 às 21:45 no Auditório 1
THE INCREDIBLE BOX
Cia. La Tal (Espanha)

Um louco e deslumbrante dispositivo cénico povoado de excelentes interpretações suportadas nas técnicas de clown e mímica
Quando foi estreado, há mais de 150 anos, The Incredible Box foi um sucesso. Hoje, o diretor, bisneto do fundador, e dois excêntricos ajudantes tentam manter fielmente a magnificência do espetáculo. Mas a genialidade não se herda, embora, talvez, no final de tanto tentarem, haja magníficos seres que a atingem.
Este espetáculo alia a técnica de interpretação de clown e mimo, explorando, como em outras produções da Cia. La Tal, dispositivos cenográficos com mágicas versatilidades e funcionalidades teatrais.
Este espetáculo foi apresentado em importantes festivais na Alemanha, Espanha, Eslovénia, Áustria, França, Polónia, Dinamarca e Japão, entre outros, tendo obtido o Prémio de Melhor Espetáculo de Rua no International Kulturböerse Freiburg 2015.

Ficha Técnica:
Direção: Cia. La Tal - Jaume Navarro
Interpretação: Jordi Magdaleno, Julián Gonzalez e Xavier Atmatller “Notxa”
Música: Tales Music
Cenografia: Txema Rico
Figurinos: Begoña Simón Blanco

PREÇO: 6€ / Associado: 4€ / Descontos: 5€ / Desempregado: 2€ / Bilhete família disponível
Caderneta Finta: 20€ / Associado: 15€


Sábado, 9 dezembro de 2017 às 23:30 no Bar ACERT
BROADWAYZITA'SHOT
Conservatório de Música e Artes do Dão em parceria artística com o Trigo Limpo teatro ACERT
Café-teatro especial do FINTA’2017
Vamos “broaduar”!

O Conservatório de Música e Artes do Dão de Santa Comba Dão produziu o espetáculo de teatro musical “Da Broadway à Pedra Lascada” que estreou em Julho com grande sucesso e adesão do público. José Rui Martins, criou o texto e dirigiu o espetáculo que contou com a parceria artística do Trigo Limpo teatro ACERT.
Neste formato, especialmente concebido para o espaço do Bar ACERT pelo CMAD, surgirão pequenos excertos de alguns dos temas teatro-musicados que integraram a criação, envolvendo os talentosos alunos do Conservatório que lhe deram gigantesca vida.
Entrada gratuita
Ficha Técnica:
Versão cénica adaptada: José Rui Martins e Fernando Paulo Gomes
Direção musical: César Oliveira
Direção de vozes: Luís Rendas



Local

Vários

Outras informações

ACERT. Associação Cultural e Recreativa de Tondela
APARTADO 118
3460-909 TONDELA
GPS
Latitude: 40.521464
Longitude: -8.083854
GERAL: 232 814 400
FAX: 232 814 408
BILHETEIRA/LOJA: 232 814 410
Geral | geral@acert.pt
Trigo Limpo | trigolimpo@acert.pt

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* A informação aqui apresentada foi disponibilizada pelas Câmaras Municipais e/ou agentes culturais. A DRCC declina a responsabilidade sobre qualquer erro e/ou omissão.