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Serviço Educativo do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

Serviço Educativo do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha px
27/10/2016 a 30/6/2017
Ano Letivo 2016 / 2017


No quadro das atribuições da Direção Regional de Cultura do Centro (DRCC)/Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (MSCV), o Serviço Educativo (S.E.) tem como missão a promoção de aprendizagens continuas que permitam a fruição inclusiva da Arte e do Património. A valência dos Serviços Educativos é portanto valorizada e entendida como parte integrante da missão, visão e valores do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, logo, uma aposta de caráter permanente. Ambiciona incrementar novas dinâmicas (nos públicos, na oferta cultural já disponibilizada e nas próprias equipas) e obter maior retorno dos investimentos produzidos (por exemplo, através da fidelização de públicos vs. obtenção de novos públicos e produtos). O projeto do S.E. visa a criação de contextos criativos, contribuir para a formação do sentido crítico, partilhar e consolidar saberes, criar e fidelizar públicos, recorrendo a estratégias de mediação cultural assentes na inovação e experimentação e baseadas em valores de partilha, tolerância e solidariedade. Pretende criar hábitos culturais que podem ser uma saborosa mais-valia, conseguida através do Património que é de todos e como tal deve ser respeitado, vivenciado e aprendido.
Materializa-se em ações específicas dirigidas aos diversos públicos (escolares e não escolares) tais como visitas orientadas, que podem ser temáticas, visitas-oficina, visitas-jogo, aniversários, teatro, ateliês e oficinas, sessões de conto, espetáculos de música, teatro ou dança, workshops, seminários, que versam a história do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, as exposições permanente e temporária, e o acervo em reserva.
A programação de educação patrimonial que seguidamente se apresenta abrange toda a comunidade escolar, é versátil e adaptável aos projetos educativos de cada agrupamento escolar, sendo que, existe abertura para a programação de ações específicas que versem os conteúdos letivos e se relacionem com o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.

PROGRAMA
VISITAS ORIENTADAS
O núcleo primitivo do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha foi fundado por Dona Mor Dias no ano de 1286, porém a nova casa monacal feminina, encerrou alguns anos mais tarde, apesar da tenacidade da sua fundadora, que não recuperou a oposição dos monges de Santa Cruz. Foi precisamente D. Isabel de Aragão quem, no ano de 1314, a refundou e voltou a chamar as freiras clarissas a Coimbra. A estrutura que hoje subsiste, abandonada no ano de 1677, devido à teimosia das águas do rio Mondego, é originária deste grande empreendimento patrocinado pela Rainha Santa. A visita orientada pretende oferecer uma perspetiva genérica da vida na casa monacal das Clarissas, ao longo de quatro séculos, do XIV até ao XVII. Inicia com a visualização do filme Vida e Morte do Mosteiro de Santa Clara de Coimbra, do ano de 2008, realizado por Catarina Mourão, sobre a fundação e história do convento. Prossegue para a exposição permanente intitulada Freiras e Donas de Santa Clara: Arqueologia da Clausura, onde as peças ganham vida ao falar-nos sobre a fundação, devoção, vivência e morte, as temáticas pelas quais se organiza. Já no espaço exterior, será abordada a imponente arquitetura deste mosteiro de clarissas do século XIV que contém o maior claustro gótico de Portugal. A igreja e as ruínas arqueológicas, onde serão observados elementos decorativos dos séculos XV e XVI, predominantemente em escultura e azulejaria. A visita termina com a fruição da ruína Monástica, que comtempla ainda as seguintes dependências, um refeitório, um lavabo e a sala do capítulo. Propõe-se o envolvimento e a interatividade, a criação de diálogos espontâneos entre os participantes e o espaço, que é único, místico, de todos e para todos! A visita orientada pode ser adaptada aos objetivos dos alunos (as)/professores(as) e portanto, incidir sobre uma determinada época ou tema
Duração: 1hora
Público-alvo: todos/as
Participantes: 10 min. e 25 máx.

VISITAS ORIENTADAS COM OFICINA
As visitas centram-se no estímulo dos sentidos, sobretudo o ouvir e ver, que promovem o diálogo e a interatividade. Uma vez despertos, as oficinas trabalham de forma prática o que foi absorvido anteriormente. Em suma pretende-se desenvolver o gosto pela arte, incentivar o prazer da descoberta e da fruição estética, estimular a curiosidade e a vontade de conhecimento, e entender, através da arte, o mundo que nos rodeia.

Oferta
ADORNOS DAS FREIRAS E DONAS DE SANTA CLARA
BOTICA MONÁSTICA
LETRAS ILUMINADAS
O ARQUEÓLOGO
O BRASÃO NO MOSTEIRO
QUADRADINHOS DE HISTÓRIA
Nota:
As atividades são obrigatoriamente marcadas prévia e diretamente com o/a
técnico/a do Serviço Educativo para definir o seu desenvolvimento e adequar
objetivos e metodologias face às expetativas e necessidades dos participantes.

ADORNOS
Freiras e donas de Santa Clara
A visita explora a exposição permanente Freiras e Donas de Santa Clara: Arqueologia da Clausura, evidenciando as peças como testemunhos materiais da vivência quotidiana das religiosas e recolhidas do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. Se algumas peças têm uma matriz religiosa, de devoção (rosários) e de superstição (pendentes em forma de figa, meia lua), outras são de adorno e enfeite (anéis, brincos, contas de enfiar e pendentes). Estas últimas evidenciam como era cuidada a aparência no recato da clausura, apesar de a Regra não permitir o uso de adornos e joias.
Todas as peças se caraterizam pela sua simplicidade e foram encontradas nas
escavações arqueológicas, algumas em contexto de enterramento.
Pretende-se introduzir os conceitos de clausura, enterramento, adorno e familiarizar os participantes com as peças da coleção do Mosteiro de Santa Clara a Velha.
A visita comtempla uma oficina pedagógica que a complementa (opcional).
Duração: 1h10min
Parte I – (visita) 20 min
Parte II – (oficina) 50 min
Público-alvo:
Parte I - todos/as
Parte II – crianças dos 5 aos 10 anos
Participantes: 10 min. e 1 5 máx.
Local: Centro Interpretativo do MSCV – exposição permanente e outro a designar
para a oficina pedagógica

O BRASÃO NO MOSTEIRO
A visita explora os brasões presentes na arquitetura e tampas tumulares do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. A aposição do brasão pessoal no edifício conventual e tampas tumulares, como uma das afirmações mais poderosas da
linhagem e, ao mesmo tempo, da identificação que, permite a fuga ao esquecimento e adquire uma força muito própria de memória individual e familiar.
A visita pode realizar-se sem a oficina pedagógica que a complementa, nesta última, os participantes aprendem a decorar um brasão recorrendo a um
modelo em gesso e a pintura com tintas.
Pretende-se introduzir noções básicas de heráldica e enterramento.
Duração: 1h10min
Parte I – (visita) 20 min
Parte II - (oficina) 50 min
Público-alvo:
Parte I – todos/as
Parte II – crianças dos 7 aos 12 anos/seniores
Participantes: 12 min.e 20 máx.

BOTICA MONÁSTICA
Pretende-se dar a conhecer o importante papel da botica conventual, à época, existente na casa monacal feminina e que, servia também a comunidade envolvente. Antes de existirem as atuais farmácias e remédios, eram utilizadas plantas medicinais nas práticas curativas e nos cuidados de higiene. A sua existência no mosteiro das clarissas aparece enunciada na própria Regra escrita por Santa Clara.
Outrora cultivada pelos hortelões do mosteiro, a horta monástica que subsiste
no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, comtempla algumas as ervas aromáticas
e medicinais, destinas ao uso na cozinha e botica do mosteiro. Esta última
tratar-se-á de uma espécie de farmácia, dirigida pela Boticária. A visita pode realizar-se sem a oficina pedagógica que a complementa.
Duração: 1h10min
Parte I - (visita) 30 min
Parte II – (oficina) 40 min
Público-alvo:
Parte I - todos/as
Parte II – crianças dos 7 aos 12 anos
Participantes:
Parte I – 12 min. e 25 máx.
Parte II – 10 min. 15 máx.
Local: : Centro Interpretativo do MSCV – exposição permanente, Horta Monástica e
outro a designar para a oficina

LETRAS ILUMINADAS
O pretexto para esta atividade é a dinamização da coleção do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, ao longo da visita e oficina serão abordados os Documentos relacionados com o Mosteiro e com a história da cidade de Coimbra, Nos primeiros tempos da criação dos Mosteiros e Conventos todas as partes do códice eram feitas pelos monges copistas no scriptorium. Era um trabalho árduo e demorado.
O pergaminho era o suporte para a ilustração da iluminura, bem como para a
escrita. Os monges também preparavam as suas tintas para escrever e os pigmentos para pintar. Na execução da iluminura os monges tinham alguns truques que podiam ajudar…podiam ser simples, pois a maioria dos efeitos era obtido sem mistura de cores.
Na visita guiada serão evidenciados os documentos em exposição permanente, onde se verifica a inexistência de iluminuras, já na parte da oficina, será trabalhada a arte da iluminura de forma prática. Poderá ser dada continuidade aos conteúdos com o auxílio de um manual de atividades, disponibilizado. A visita pode realizar-se sem a oficina pedagógica que a complementa.
Duração: 1h10min
Parte I – (visita) 20 min
Parte II – (oficina) 50 min
Público-alvo:
Parte I – todos/as
Parte II – crianças dos 7 aos 10 anos
Participantes:
Parte I – 12 min. e 25 máx.
Parte II – 12 min. e 20 máx.
Local: : Centro Interpretativo do MSCV – exposição permanente e outro a designar para a oficina

QUADRADINHOS DE HISTÓRIA
Que azulejos existem na ruína arqueológica? Vem descobrir e criar o teu próprio azulejo!
No século XVI, o complexo monástico foi alvo de algumas intervenções de caráter estético que adequaram o espaço ao gosto da época. Na igreja, as paredes, a abside e os absidíolos foram revestidas com azulejos hispano-árabes (de que hoje podemos encontrar vestígios), ocultando as passagens existentes entre eles, e no
claustro, igual recurso decorativo foi empregue no revestimento de altares, bancos, floreiras e fontanários.
No Refeitório é apenas visível, do lado esquerdo da entrada, um tanque quadrado, revestido a azulejos do séc. XVI.
As escavações arqueológicas permitiram a recolha de cerca de oito milhares de
azulejos, sobretudo hispano-árabes, enquadráveis em cerca de uma centena
e meia de padrões!
Partindo dos locais onde são visíveis os azulejos, a visita propõe um percurso temático que pretende mostrar as tipologias mais significativas existentes no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. A visita pode realizar-se sem oficina pedagógica que a complementa, nesta última os participantes aprendem a decorar um azulejo recorrendo a um modelo em gesso e a pintura com tintas.
Duração: 1h10min
Parte I – (visita) 20 min
Parte II – (oficina) 50 min
Público-alvo:
Parte I – todos/as
Parte II – crianças dos 7 aos 12 anos e séniores
Participantes:
Parte I – 12 min. e 25 máx.
Parte II – 12 min. e 20 máx.
Local: Centro Interpretativo do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha – exposição permanente, Igreja,
Refeitório, Claustro e outro a designar para a oficina

O ARQUEÓLOGO
A vida das freiras clarissas viu-se sempre condicionada pelas vontades do rio Mondego, alterou-se de forma definitiva somente no ano de 1677, data em que o espaço foi abandonado, para ser ocupado o edifício do mosteiro de Santa Clara a Nova, construído por ordem do rei D. João.
Apesar de uma campanha de obras de restauro empreendida no ano de 1930, a teimosia das águas do rio manteve o antigo mosteiro, em ruína e envolto numa
certa aura romântica.
No ano de 1991, iniciou-se o projeto de recuperação e valorização do espaço
monacal gótico. A metade inferior do edifício ainda imersa e entregue aos
sedimentos, preservou-os, permitindo assim a recolha de um importante espólio legado pela comunidade.
No processo de escavação foram recolhidos abundantes e diversificados materiais e ficou à vista de todos a igreja e o claustro, ambos de elevado valor
arquitetónico e artístico.
Com a visita pretende-se conhecer alguns conceitos como arqueologia, sítio arqueológico e escavação. Na oficina simula-se um trabalho de campo, com o preenchimento de um caderno, passando pela investigação, escavação, desenho e tratamento dos vestígios encontrados.
Duração: 1h30min
Parte I – (visita) 30 min
Parte II – (oficina) 60 min
Público-alvo:
Parte I – (visita) todos/as
Parte II – (oficina) crianças dos 8 aos 12 anos
Participantes:
Parte I – 12 min. e 25 máx.
Parte II – 12 min. e 20 máx.

VISITAS JOGO
Pensadas para o público mais jovem, as visitas jogo são atividades lúdico-pedagógicas que
pretendem promover a descoberta e aprendizagem do Património numa vertente mais lúdica.
Oferta
À DESCOBERTA DE COIMBRA
(A)CERCA DO MOSTEIRO
PÉ ANTE PÉ NO MOSTEIRO
FREIRAS E DONAS DE SANTA CLARA
Nota:
As atividades são obrigatoriamente marcadas prévia e diretamente com o/a
técnico/a do Serviço Educativo para definir o seu desenvolvimento e adequar
objetivos e metodologias face às expetativas e necessidades dos participantes.

À DESCOBERTA DE COIMBRA
O jogo pedagógico À Descoberta de Coimbra, na sua versão gigante, as crianças são os próprios peões de jogo, tem como objetivo descobrir de forma lúdica o rico património e a história da cidade de Coimbra. Pode realizar-se em espaço interior e exterior, dependendo das condições climatéricas que se fizerem sentir.
Este formato permite jogar por equipas, com todos os benefícios que esse tipo de interação pode trazer. A dinâmica e a duração dos jogos são flexíveis, podendo variar entre 60 a 90 minutos, com várias formas de interação entre jogadores.
O jogo baseia-se num circuito de jogo e em cartas com perguntas e respetivas soluções. Não ganha quem chega primeiro, mas quem sabe mais!
Caraterísticas
tabuleiro gigante (a partir de 6x4 metros)
dado insuflável
cartas de jogo
regras
caixa de transporte (55x78cm)
Duração: 1h30min
Parte I – (explicação do funcionamento do jogo) 20 minutos
Parte II – (jogo) 1h10min
Público-alvo: crianças dos 8 aos 12 anos
Participantes: 10 min. e 15 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

(A)CERCA DO MOSTEIRO
Jogo de tabuleiro em formato gigante, inspirado no conhecido Jogo da Glória que permite testar e consolidar os conhecimentos após uma visita guiada Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.
Realiza-se em espaço interior como em exterior, dependendo das condições climatéricas que se fizerem sentir. Este formato permite jogar por equipas, com todos os benefícios que esse tipo de interação pode trazer. A dinâmica e a duração
dos jogos são flexíveis, podendo variar entre 60 e 90 minutos, com várias formas de interação entre jogadores.
Duração: 1h30min
Parte I – (explicação do funcionamento do jogo) 20 minutos
Parte II – (jogo) 1h10min
Público-alvo: crianças dos 8 aos 12 anos
Participantes: 12 min. e 20 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

PEDDY PAPER FREIRAS E DONAS DE SANTA CLARA
Freiras e Donas de Santa Clara é o peddy-papper mais divertido de sempre! Junta
os teus amigos e parte para a aventura no Mosteiro! Com um mapa na mão, muitas peças da coleção e desafios (desenho, mímica, perguntas, entre outros), vais divertir-te a valer!
Trata-se de um jogo acompanhado por um questionário que versa a exposição permanente e realiza-se após a visita guiada. Aborda os aspetos inerentes ao quotidiano das freiras clarissas, assim como curiosidades. Este formato permite
jogar por equipas, com todos os benefícios que esse tipo de interação pode trazer. A dinâmica e a duração dos jogos são flexíveis.
Duração: 1h30min
Parte I – (explicação do funcionamento do jogo) 20 minutos
Parte II – (jogo) 1h10min
Público-alvo: crianças dos 10 aos 14 anos
Participantes: 12 min. e 20 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

PÉ ANTE PÉ NO CONVENTO
O jogo versa a vida quotidiana das clarissas do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, explora a exposição permanente, através da identificação de atividades e peças que faziam parte do seu dia-a-dia. A dinâmica e a duração do jogo são flexíveis, podendo variar entre 60 e 90 minutos, com várias formas de interação entre jogadores.
Duração: 1h30min
Parte I – (explicação do funcionamento do jogo) 20 minutos
Parte II – (jogo) 1h10min
Público-alvo: crianças dos 8 aos 12 anos
Participantes: 10 min. e 15 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

VISITAS TEMÁTICAS
Durante 30 minutos, são dadas a conhecer pequenas histórias, diretamente relacionadas com as vivências dos espaços do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.
Os sete temas disponibilizados versam a Arquitetura, a Fonte e Cano dos Amores, a Inês de Portugal, o Paço da Rainha, o Hospital de Santa Isabel, o Laboratório de Conservação e Restauro e por último, o espaço da Reserva.
Nota:
As atividades são obrigatoriamente marcadas prévia e diretamente com o/a·técnico/a do Serviço Educativo para definir o seu desenvolvimento e adequar
objetivos e metodologias face às expetativas e necessidades dos participantes.

LABORATÓRIO DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO
A visita pretende dar a conhecer o laboratório, os equipamentos, os produtos utilizados e os diversos processos de recuperação e valorização das peças, abordar os projetos de conservação, restauro e valorização de estruturas do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. Ainda a importância do controlo dos níveis de Temperatura, Humidade Relativa e Luz no espaço de reserva e exposição, e o papel do conservador.
Serão dadas noções básicas de manuseamento de obras de arte e acondicionamento. No caso de uma peça estar a ser intervencionada no laboratório, os participantes terão a oportunidade de ver o tratamento efetuado e a possibilidade de a observar antes e depois. Pretende-se introduzir os conceitos de conservação, restauro, salvaguarda e património.
Duração: 30 min
público-alvo: todos/as
Participantes: 10 min. e 12 máx.
Local: Laboratório de Conservação e Restauro

O HOSPITAL DE SANTA ISABEL
Partindo do maior Hospital Medieval de Portugal de caráter laico e datável do ano 1322, localizado nas imediações do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, da assistência que proporcionava a trinta pessoas, cujos critérios de ingresso passavam pela pobreza, honestidade e bom comportamento, propõe-se conhecer alguns aspetos desta obra caritativa atribuída à Rainha Santa Isabel.
Pretende-se introduzir os conceitos de assistência medieval, pobreza e obra caritativa.
Duração: 30 min
público-alvo: todos/as
Participantes: 10 min. e 25 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

A ARQUITETURA NO MOSTEIRO
Partindo da edificação do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha que ocupa um lugar relevante na experimentação do “Modo Gótico”, numa altura em que a adoção deste novo estilo opera uma significativa mudança nos sistemas construtivos, propõe-se a observação da Igreja seguindo a singularidade tipológica que a afasta das igrejas mendicantes mais caraterísticas. Visível na ausência de transepto, na elevação das três naves quase à mesma altura e no abobadamento integral.
Será ainda explorada a água, como elemento que impôs o ritmo às obras de edificação.
A visita termina com aspetos gerais do projeto de recuperação e revalorização do espaço monacal gótico, a construção de uma cortina de contenção periférica das águas e as opções arquitetónicas para o Centro Interpretativo.
Duração: 30 min
Público-alvo: todos/as
Participantes: 10 min. e 25 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

FONTE E CANO DOS AMORES
Partindo da Água como símbolo de pureza, o eterno ideal das clarissas que tanto as consumiu, do inicial abastecimento feito a partir do rio Mondego e do contrato com o Mosteiro de Santa Cruz, propõe-se conhecer a simbologia associada à “fonte e cano dos amores” diretamente relacionada com o Mosteiro de Santa Cruz, a antiga Quinta do Pombal e atual Quinta das Lágrimas. Será ainda abordado de forma genérica o complexo sistema de canalização intramuros do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.
Duração: 30 min
Público-alvo: todos/as
Participantes: 10 min. e 25 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

INÊS DE PORTUGAL
A partir de uma das mais belas histórias de amor de Portugal, a trágica paixão entre D. Pedro I e D. Inês de Castro, propõe-se conhecer os locais do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha onde D. Inês esteve exilada, viveu o seu amor com D. Pedro I, foi assassinada pelo rei D. Afonso IV e por fim, sepultada temporariamente.
Duração: 30 min
Público-alvo: todos/as
Participantes: 10 min. e 25 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

O PAÇO DA RAÍNHA
Ao mosteiro de Santa Clara-a-Velha de Coimbra é atribuída uma inestimável memória histórica construída maioritariamente pela sua fundadora, a rainha Santa Isabel.
A morar nesta cidade, desde a morte do marido, ocorrida em 1325, a rainha Santa pôde acompanhar ativamente os trabalhos de edificação do mosteiro, bem como do paço, que mandou fazer para sua residência nas imediações.
Com efeito, o paço régio foi construído pela rainha para a sua morada, enquanto residisse em Coimbra, ruiu em 1559, ano em que Perpinhão ainda estava em Portugal e compondo a monografia da Rainha. Relata esta um episódio curioso ocorrido durante a derrocada: um rapaz que ali se abrigara saiu incólume dos escombros, protegido por uma espécie de grade que se formou com as traves do edifício!
Pretende-se abordar a história do edifício de uma forma genérica, assim como algumas curiosidades acerca do mesmo.
Duração: 30 min
Público-alvo: todos/as
Participantes: 10 min. e 25 máx.
Local: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Marcação: Ruína do Antigo Paço da Rainha

RESERVA DO MOSTEIRO
A visita ao espaço destinado à Reserva do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha constitui uma oportunidade singular para observar o seu espólio, maioritariamente resultante das escavações arqueológicas, empreendidas no ano de 1991. Trata-se de um avultado conjunto de peças, normalmente inacessíveis ao visitante, constituído por espólio em cerâmica, vidro, metais, pedra, têxteis, entre outras. Pretende-se também sensibilizar o público para as questões relacionadas com a sua salvaguarda e preservação. São ainda realizadas tarefas básicas inerentes à sua conservação, tais como: medições de Temperatura, Humidade Relativa e Luz.
Palavras-chave: reserva, conservação, salvaguarda, manuseamento, obras de arte.
Duração: 30 min
Público-alvo: todos/as
Participantes: 10 min. e 12 máx.
Local: Reserva Arqueológica

ANIVERSÁRIOS
ações
Quando celebras os teus anos no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha tudo pode acontecer! Sabias que aqui podes conhecer a Freira Hilária, o Hortelão Gregório, o D. Pedro, a Inês de Castro, a Isabel de Aragão, o D. Dinis, o Peregrino e até o Arqueólogo Manel? Imagina que como num golpe de magia, te transformas num deles? A tua festa de aniversário torna-se uma verdadeira aventura em que a brincar, aprendes coisas incríveis! Podes escolher entre várias atividades, todas começam com uma visita ao Mosteiro:
Marcação
de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 18h00 (horário de inverno) e das 10h00 às 19h00 (horário de verão)
Contactos T. (351) 239 801 160 | mosteiro.scvelha@drcc.pt
Nota:
As atividades são obrigatoriamente marcadas prévia e diretamente com o/a
técnico/a do Serviço Educativo para definir o seu desenvolvimento e adequar
objetivos e metodologias face às expetativas e necessidades dos participantes.
Freira Hilária Isabel de Aragão D. Dinis Inês de Castro
Oferta
À DESCOBERTA DE COIMBRA
(A)CERCA DO MOSTEIRO
PÉ ANTE PÉ NO MOSTEIRO
FREIRAS E DONAS DE SANTA CLARA
TEATRO - ISTO SÃO COISAS
DE FANTOCHES!!

Figuras
Arqueólogo Manel
D. Pedro
Nota:
As atividades são obrigatoriamente marcadas prévia e diretamente com o/a
técnico/a do Serviço Educativo para definir o seu desenvolvimento e adequar
objetivos e metodologias face às expetativas e necessidades dos participantes.
Hortelão Gregório O Peregrino
ANIVERSÁRIOS
Os aniversários podem ser realizados em espaços exteriores (zonas verdes, Horta monástica com apoio da Casa do Paço) ou interiores (Memorial à Água e Sala de exposições temporárias;
Horário: de terça a domingo, das 10h00 às 13h00 ou das 14h00 às 17h00
Duração: O aniversário termina impreterivelmente passadas 3 horas. Os pais deverão chegar um pouco mais cedo para preparar o espaço e receber os convidados.
Taxas:
cedência de espaço -
atividade -
Público-alvo: dos 5 aos 12 anos. Para o sucesso da festa, recomendamos que os limites de idade sejam respeitados.
Participantes: 10 min. e 25 máx.;
Lanche: informamos que só são permitidos alimentos embalados, sendo expressamente proibidas bebidas alcoólicas.
Decoração da sala: realizada a partir da escolha de uma das oito figuras disponibilizadas, Freira Hilária, Hortelão Gregório; D. Pedro, Inês de Castro, Isabel de Aragão, D. Dinis, O Peregrino e o Arqueólogo Manel.
Poderão trazer balões e chapéus de festa, contudo são interditados confetes e artigos sonoros;
Convites: personalizados e associados à figura escolhida (serão enviados somente em formato digital)
Acompanhantes: Os pais e familiares do aniversariante deverão acompanhar as crianças somente no lanche. Os pais dos convidados e familiares poderão realizar uma visita orientada ou temática, disponíveis na oferta educativa do Serviço Educativo.

TEATRO
O cruzamento de saberes e de linguagens, a interdisciplinaridade, são um eixo precioso que se consegue com a criação teatral. Pretende-se estimular valores sociais, linguísticos e literários.
Contribuir para o desenvolvimento na criança da imaginação criadora, do pensamento crítico, da linguagem em todos os seus aspetos, do enriquecimento de experiências e do senso de responsabilidade.
A atividade é disponibilizada em dois formatos: o primeiro consiste na apresentação de uma peça de teatro protagonizada por personagens ligadas à história do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha ou da Cidade de Coimbra; o segundo, possibilita os participantes serem intervenientes, através dos princípios da
mediação pela arte, com recurso à experimentação apreendendo noções básicas de construção e manuseamento de fantoches, exercícios de dicção, articulação e por fim a interpretação de um texto dramático disponibilizado.
Nota:
As atividades são obrigatoriamente marcadas prévia e diretamente com o/a
técnico/a do Serviço Educativo para definir o seu desenvolvimento e adequar
objetivos e metodologias face às expetativas e necessidades dos participantes.

ISTO SÃO COISAS DE FANTOCHES!!
Conheces o brasão da cidade de Coimbra?
E Ataces, o rei dos Alanos?!
O Imperador Honório?
Sabias que… Depois de uma terrível guerra, em 411, o Imperador Honório ofereceu a Lusitânia aos Alanos!
Isto são coisas de Fantoches!! Eles vão contar-te tudo!
Duração: 30 min ou 3h30min
Formato I - 30 min
Formato II - 3 sessões, 1h cada
(1ª sessão – experimentação, escolha do fantoche, exercícios de dicção e articulação)
(2ª sessão – ensaio)
(3ª sessão – apresentação de um teatro de fantoches)
Público-alvo:
Formato I - todos/as
Formato II - crianças dos 8 aos 10 / assistência - todos/as
Participantes: 12 min. e 25 máx.
Local: Memorial à Água e a designar para o formato II

PARA TODAS ESTAS ATIVIDADES É OBRIGATÓRIA A MARCAÇÃO PRÉVIA
Marcação: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Rua das Parreiras – 3040-266 COIMBRA
T. (351) 239 801 160
semscv@drcc.pt
mosteiro.scvelha@drcc.pt

A equipa do Serviço Educativo aguarda pela sua visita!

Local

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

Outras informações

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha
Rua das Parreiras
3040-266 Coimbra
Telefone
239 801 160
E-mail
mosteiro.scvelha@drcc.pt

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* A informação aqui apresentada foi disponibilizada pelas Câmaras Municipais e/ou agentes culturais. A DRCC declina a responsabilidade sobre qualquer erro e/ou omissão.